Revitalização Semafórica

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego, está investindo na modernização e revitalização do sistema semafórico da cidade.

Desde o início de 2013, começou-se a formatar ações de engenharia e de infraestrutura para recuperar a rede de semáforos. No total, serão investidos cerca de R$ 220 milhões na recuperação do sistema semafórico da cidade.

Foi realizado também um levantamento completo de todos os semáforos existentes, item por item, inclusive com fotos. O projeto recebeu o nome de DNA Semafórico.
Veja os detalhes do projeto DNA Semafórico.

Vale ressaltar que a CET está estruturando uma licitação para implantar a Central Integrada de Mobilidade Urbana (CIMU). Através dela, o sistema de monitoramento de trânsito e transporte coletivo da cidade de São Paulo se tornará inteligente e integrado, uma vez que haverá a possibilidade de compartilhamento dos dados e informações entre as centrais de operações da SPTrans e da CET.
Conheça as premissas do projeto CIMU.

Com a revitalização do parque tecnológico, a criação desta central permitirá o compartilhamento de dados e informações da central de operações da SPTrans com todas as centrais da CET (Central de Operações, centrais de semáforos e de túneis).

A contratação da licitação para essa intervenção semafórica seguiu o cronograma anunciado no início de 2013 pela Administração Municipal. Ele consiste na recuperação das instalações elétricas e do sistema de proteção (aterramento e dispositivo de proteção).

Outro aspecto fundamental do serviço é que o conserto e a manutenção dos semáforos terão de ser feitos em, no máximo, duas horas após a constatação da ocorrência de defeitos.

Haverá, ainda, a instalação de no-breaks e controladores quando o local indicar esta necessidade. Estes equipamentos garantem o funcionamento dos semáforos por duas horas quando há falta de energia e evitam problemas em decorrência de sobrecargas - situações responsáveis por 11% das panes.

A estimativa é que serão necessários 2.520 km de cabos de energia, 119 postes e 1.490 lâmpadas nas reformas, além de 1.400 no-breaks.

Até 2016, a recuperação da rede semafórica alcançará 4,8 mil cruzamentos, dos quais 1.400 terão no breaks instalados, o que possibilitará o funcionamento mesmo sob queda de energia elétrica. 

Conheça as 3 etapas do projeto:

1ª Fase - revitalização elétrica

A primeira fase da revitalização semafórica consiste na substituição dos cabos de alimentação dos controladores, grupos focais, botoeiras de pedestre, com conexões elétricas do sistema, substituição de todos os cabos metálicos de comunicação, recuperação do sistema de proteção com a substituição e/ou instalação de dispositivo de proteção de surtos e/ou descargas atmosféricas no circuito de entrada da alimentação dos controladores, grupos focais, comunicação e cabos; aterramento do controlador e das colunas semafóricas, dispositivos de proteção, disjuntor e colocação do sistema de proteção das placas.

Concluídos os trabalhos da primeira fase, os cruzamentos encontram-se aptos para prosseguimento do processo de revitalização que prevê a substituição de controladores (dispositivos tecnológicos que controlam os cruzamentos) instalação de no breaks (equipamento auxiliar ativado quando ocorre a oscilação ou falta de energia elétrica) e instalação de módulos de comunicação (GPRS - conexão dos cruzamentos semafóricos com a Central de Manutenção Semafórica).

2ª Fase - novos dispositivos e softwares

A segunda etapa do processo de revitalização teve início em janeiro de 2014.
Ela prevê a implantação dos dispositivos tecnológicos e troca dos softwares que controlam os cruzamentos. Além disso, as empresas também seguem realizando a troca de dispositivos elétricos nos semáforos que ainda não passaram pela primeira etapa da revitalização.
A média estabelecida para a segunda etapa da revitalização, iniciada em janeiro, prevê uma média de 165 cruzamentos revitalizados por mês até o final da vigência do contrato com as empresas contratadas.

3ª fase - Central de Manutenção Semafórica de controle dos dados

Ela possibilita que semáforos apagados, em amarelo intermitente ou estacionados sejam detectados de forma automática, sem a necessidade de aviso pela população, agentes de trânsito ou órgãos de imprensa. Assim, a manutenção é agilizada, podendo, inclusive, algumas falhas serem reparadas remotamente.
Foi inaugurada em 2013, com um investimento de R$ 2,5 milhões.

 

 

CET PMSP-MobTrans

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